• Moisés Correia

BRASIL 1970

Botões & Esquadrões homenageia Edson Arantes do Nascimento, Pelé, pelos seus 80 anos, apresentando arte com a Seleção Brasileira de 1970 para decorar seus botões. 

“Iluminado como nunca em um Mundial, Pelé deu show do início ao fim.”



Defesa:

1.Félix (Fluminense) 

4.Carlos Alberto (Santos)

2.Brito (Flamengo)

3.Piazza (Cruzeiro) e

16.Everaldo (Grêmio)

Meio-Campo:

5.Clodoaldo (Santos) e

Gérson (São Paulo)  Ataque:

7.Jairzinho (Botafogo)

10.Pelé (Santos)

9.Tostão (Cruzeiro) e

11.Rivelino(Corinthians)

Técnico: Zagalo  

Apresentamos também, a partir desta postagem, Albertino Viveiros e a sua valiosa colaboração nesse resgate da memória do futebol brasileiro e mundial.  

Albertino é paulista, e destaca o futebol entre os anos 1980 e 2000 através de suas idas aos estádios e de seu interesse no noticiário esportivo no rádio e na TV, além da leitura de jornais e revistas como Gazeta Esportiva e Placar. Em sua estreia no site, esse torcedor do Santos Futebol Clube comenta sobre a participação do Rei naquela que seria sua última Copa.

"Esta seleção que encantou o Mundo trazia algo inédito e até contestado por alguns torcedores na época, a junção de 4 jogadores que usavam a camisa 10 em seus respectivos times: Pelé no Santos, Rivelino no Corinthians, Gérson no São Paulo e Jairzinho no Botafogo. A camisa 10 da Seleção Canarinho ficou, obviamente, com o Rei.

Para Pelé essa tinha que ser “a Copa”, já que em 1958 ele começou o torneio no banco, em 1962 se contundiu na segunda partida e não voltou mais, e em 1966 não conseguiu salvar uma desorganizada Seleção, eliminada diante de Portugal, ainda na fase de grupos, quando foi marcado implacavelmente, sofrendo duras faltas até não suportar mais permanecer em campo.

Agora, aos 29 anos, tendo chegado à sensacional marca de mil gols em 1969, era chegada a sua vez de jogar a competição do início ao fim como titular absoluto... e ele não decepcionou, fazendo partidas excelentes e protagonizando lances que ficaram eternizados na memória do torcedor mesmo quando a bola não entrou, como no chute do meio de campo contra a Tchecoslováquia, o drible de corpo no goleiro uruguaio Mazurkiewicz, com finalização rente à trave e a defesa praticamente impossível de Gordon Banks, arqueiro inglês, após cabeçada “mortal” do Rei. Na Final contra a Itália fez um lindo gol de cabeça, abrindo o marcador, deu um passe para Jairzinho marcar o terceiro e outro para o saudoso capitão Carlos Alberto marcar um golaço, que daria números finais à partida, 4x1, eternizando um dos maiores momentos da carreira do Pelé, em sua despedida de Copas do Mundo, no México. Longa vida ao Rei..."

Texto: Albertino Viveiros

Botões & Esquadrões é uma homenagem a equipes que marcaram época no futebol brasileiro e mundial.

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