• Moisés Correia

ARGENTINA 1993

O últiimo grito de campeã da Alviceleste


“Nem mesmo Messi foi capaz (até aqui) de quebrar o incômodo jejum da Seleção Argentina.”

Defesa: 1.Goycochea (Olímpia/PAR); 4.Fabián Basualdo (Newell's Old Boys)   6.Ruggeri (América/MEX) 15.Borelli (Racing Club) 3.Altamirano (River Plate) Meio-Campo: 17.Zapata (River Plate) 10.Simeone (Sevilla/ESP) 8.Horácio Basualdo (Vélez Sarsfield) 11.Gorosito (San Lorenzo)

Ataque: 7.Medina Bello (River Plate) 9.Batistuta (Fiorentina/ITA) Técnico: Alfio Basile

A final da Copa América de 1993, realizada no Estádio Monumental, em Guayaquil, no dia 4 de julho, é especialmente marcante para os argentinos. Naquela ocasião o Esquadrão nacional comandado pelo atacante Gabriel Batistuta levantou a taça ao vencer o México por 2 x 1, essa foi a última vez em que a Alviceleste soltou o grito de campeã. 


Batistuta conquista a América após marcar duas vezes na Final

Lá se vão 27 anos do último título da Seleção Argentina principal.  Depois daquela conquista no Equador, passaram pela equipe jogadores do quilate de Verón, Riquelme e muitos outros craques, mas nem mesmo Messi, que segue na ativa, cinco vezes eleito o melhor do mundo, "ainda" não conseguiu (ou alguém acredita que ele vai deixar de tentar?).


Depois de oito edições da Copa América e sete da Copa do Mundo, para citar as competições mais importantes, o incômodo jejum permanece. Até quando ninguém sabe. O fato é que raça, craques diferenciados e esquadrões bem montados não faltaram em quase todos esses anos. Então, o que falta à Argentina para voltar a ser a maior do continente e do mundo? 


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